"Quando a boca não consegue dizer o que o coração sente o melhor é deixar a boca sentir o que o coração diz".
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
"Há certas horas, em que não precisamos de um Amor...
Não precisamos da paixão desmedida...
Não queremos beijo na boca...
E nem corpos a se encontrar na maciez de uma cama...
Há certas horas, que só queremos a mão no ombro, o abraço apertado ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado...
Sem nada dizer...
Há certas horas, quando sentimos que estamos pra chorar, que desejamos uma presença amiga, a nos ouvir paciente, a brincar com a gente, a nos fazer sorrir...
Alguém que ria de nossas piadas sem graça...
Que ache nossas tristezas as maiores do mundo...
Que nos teça elogios sem fim...
E que apesar de todas essas mentiras úteis, nos seja de uma sinceridade
inquestionável...
Que nos mande calar a boca ou nos evite um gesto impensado...
Alguém que nos possa dizer:
Acho que você está errado, mas estou do seu lado...
Ou alguém que apenas diga:
Sou seu amor! E estou Aqui!"
(autor: desconhecido pra mim)
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Noite de núpcias
11/01/2011
Quando as luzes se apagaram
e nada mais se via
os pássaros se recolheram
e o sol já se escondia
Senti uma aproximação
Algo perto, inerte, indeciso
Não sabia se via em minha direção
ou se me deixava ir tomando uma decisão
Nossos corpos gélidos, moviam-se
com movimentos ornamentados de sutileza
tentando agradar, adivinhar
o que se queria, o que aconteceria
Quando nos encontramos finalmente
estrelas explodiram, o céu caía,
Tudo novo renascia, num baile, numa música
uma orquestra alta, desordenada, algo inexplicável,
uma orquestra de amor, de desejos
acabara de ser criada, consumada
o que era gélido tornara-se quente
ardente, motivado
e tudo parecia escrito, parecia fácil,
simples e ordenado.
Agora, de repente,
nossas mentes atordoadas
cobertas de nada
nossas línguas inexpressíveis
Cada palavra, desnecessária, indecifrável
insuficiente,
Nada servia, nada prestava,
nada descrevia
a sensação de agora
minha vida ser sua e
sua vida ser minha.
minha vida ser sua e
sua vida ser minha.
Fim de tarde...
11/01/2011
Quero poder dormir e acordar em seus braços
quero me encontrar contigo e não ter que te deixar ir
ver a tarde cair enquanto sinto seu cheiro
cada vez mais forte, me deixando insana, extasiada!
pela noite que se aproxima e o firmamento,
iluminando a abrigada do único sentimento
me envolver em seus beijos, me achar no seu íntimo
Sentir seu prazer, sua força!
ler sua mente alienada de desejos!
pedindo mais um ensejo
gritando mais uma vez, seja minha que eu serei seu
enquanto amanhece o dia e dizemos: Adeus.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
E mesmo assim, ainda não será o fim
10/01/2011
As últimas coisas da vida são: um olhar, uma lembrança, um suspiro...
Quando eu estiver indo, o seu olhar será a luz que me arrastará para além daqui...
Quando eu chegar nessa luz, verei todas as nossas lembranças num passe de mágica, passarem diante de mim mostrando o quanto fui feliz ao seu lado...
Depois das lembranças, abrirei um vago sorriso, o primeiro que lhe dei, e então a última coisa que sentirei será a sua mão no meu rosto e um suspiro murmurando pela última vez: "Minha deusa, eu te amo"...
UM SABIÁ QUE ME ENSINOU A ASSOBIAR
Um dia conheci um sabiá
Que sabia assobiar uma canção tão bela
Contava sobre uma garota
De lindos olhos
Longas madeixas
E vários sorrisos
Que a muito pediu a este sabiá
Que lhe trouxesse esperança
Força para não desistir
E sempre poder sonhar
Tão alto quanto voa este sabiá
Por muito tempo
Este sabia sábio
Uma canção tão bela
Que contava sobre
Uma garota
De lindos olhos
Longas madeixas
E vários sorrisos
Que estava a procura
Da esperança.
Até que um dia o sabiá não pode mais assobiar
Pois se deparou com uma canção tão bela
Era aquela linda garota
Que avia se tornado mulher
E aprendido a assobiar
Apena para agradecer
A um sabiá
Por nunca ter desistido
E por ter comprido
O que a muito lhe foi pedido
Ela o agradecia
Por lhe trago a esperança,
A esperança de um lindo amor
Ela o agradecia
Por ter lhe trago a MIM
autor: Hugo Ferreira da Silva
Que sabia assobiar uma canção tão bela
Contava sobre uma garota
De lindos olhos
Longas madeixas
E vários sorrisos
Que a muito pediu a este sabiá
Que lhe trouxesse esperança
Força para não desistir
E sempre poder sonhar
Tão alto quanto voa este sabiá
Por muito tempo
Este sabia sábio
Uma canção tão bela
Que contava sobre
Uma garota
De lindos olhos
Longas madeixas
E vários sorrisos
Que estava a procura
Da esperança.
Até que um dia o sabiá não pode mais assobiar
Pois se deparou com uma canção tão bela
Era aquela linda garota
Que avia se tornado mulher
E aprendido a assobiar
Apena para agradecer
A um sabiá
Por nunca ter desistido
E por ter comprido
O que a muito lhe foi pedido
Ela o agradecia
Por lhe trago a esperança,
A esperança de um lindo amor
Ela o agradecia
Por ter lhe trago a MIM
autor: Hugo Ferreira da Silva
10/01/2011
10/01/2011
Quando penso que ficaremos mais perto
As obrigações da vida, aqueles intervalos até a nossa vida,
aparecem querendo te levar para longe de mim
Tão longe de mim...
Quanta saudade sinto no seu abraço...
Vá onde quiser ir,
vá onde precisar ir, mas volte
simplesmente pelo fato de que eu estou bem aqui
Esperando incansável e inconsoladamente
para rever seus olhos bem fechados,
sua boca entreaberta, seu coração ofegante,
numa batida bem forte como os raios do céu, ardente e congelante
me pedindo um socorro, que acalentasse a alma perturbada
agitada, balançada enquanto a separação se via cada vez mais distante e o que era próximo, agora, junto e o que era junto, agora, um.
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